30 de agosto de 2010
A HORA E A VEZ DE DILMA ROUSSEFF
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De 1967 a 1972, a militante Dilma Vana Rousseff (ou Estela, ou Wanda, ou Luiza, ou Marina, ou Maria Lucia) viveu mais experiências do que a maioria das pessoas terá em toda a vida. “Revista Época, página 36, 16 de agosto de 2010, edição 639).
Em poucas páginas, com documentos, fotos e depoimentos, a publicação escancara uma fase da vida dessa senhora, mãe e quase avó, candidata à presidência da República. Uma história igual a de muitas mulheres brasileiras, que no alvorecer da vida adulta, fossem operárias donas de casa ou estudantes se levantaram com idealismo e muita coragem contra a revolução militar de 1964, a qual teve amplo apoio da Igreja, das elites econômicas e intelectual e principalmente da imprensa escrita, falada e televisada, e que desbordou para a ditadura militar e somente então foi combatida pela Igreja, as elites e a mídia.
Nesse período jovens morreram, por tiros, massacrados pela tortura, ou em desespero, pelo suicídio. Entre os sobreviventes as marcas da violência física ou moral não foram suficientes para abater-lhes o ânimo, o ímpeto, o ideal. A revista citada lembra Fernando Gabeira e Aloysio Nunes Ferreira, ambos candidatos este ano, no Rio e em São Paulo. Não cita José Serra, presidente da UNE em 1964. O dia da decisão nas urnas se aproxima. Pode ser a hora e a vez de Dilma Rousseff.
Leia, leia - êsse é o caminho, creia!
criado por rubens_n
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