29 de julho de 2010

PAIZÃO, EU?

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Vem aí o dia dos pais que é todos os dias, todas as horas, todos os momentos, sem cessar. Como se diz – filhos criados, cuidados dobrados. Fui pai algumas vezes. Quer dizer continuo pai. O que quero dizer é que gerei filhos e criei outros, de outros pais.

De todos sempre recebi muito carinho. Mas neste dia dos pais entrego aos leitores a manifestação de uma mãe, minha cunhada Neuza, bem casada, dois filhos e uma filha, com eles convivi alguns saudosos anos em Curitiba. Fala professora Neuza !

“Não há palavras para expressar o nosso agradecimento pela sua amizade e carinho!

Rubens, você é o nosso amigo, sincero e carinhoso! Você é família! Aliás, já é de nossa família! Com todo o respeito – é o nosso paizão.

Obrigada por tudo e boa viagem!

PS. Este filme é para registrar a viagem e agradecer o seu, na ocasião da Formatura da Neliza. O vinho é só um golinho para relaxar.

Com saudade e ternura!

Neuza Maria Ferraz de Mello Gonçalves”

09-04-2003

criado por rubens_n    14:43 — Arquivado em: Sem categoria

26 de julho de 2010

MANCHETE - 06 - 25-07-10

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Globo - Compra de votos ainda é o que mais cassa no Brasil

JB - Palanque no Tribunais

JCommercio - Taxa de desemprego de 7% em junho é o menor do ano

Valor - INSS amplia as cobranças por acidentes de trabalho

O Estadão - Lobão montou esquema para reabrir e explorar Serra Pelada

Folha S.Paulo - Pac da segurança tem efeito nulo sobre homicídios

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TÔ CHEGANDO LÁ

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No próximo domingo, primeiro de Agosto, os amigos vão ler na Revista da TV que circula com o jornal O Globo um pequeno anúncio dos blogs escritor online e wordpress. Está programado para a secção produtos & serviços. É mais um esforço pra divulgar minhas caraminholas que começaram em 1991. Pouco antes em 1989 publiquei meu primeiro livro em Foz do Iguaçu. Lá mesmo um ano depois dei à luz o segundo livro. Depois em Curitiba até 2004 publiquei mais quatro volumes. Sempre às expensas próprias. Pequenas tiragens. A partir de 1998 aderi à tecnologia. Meu círculo de leitores tinha mais ou menos uma centena de recipiendários. Os textos redigidos por mim e digitados por alguns amigos e amigas. Em 2003 comprei meu primeiro computador mas não me entusiasmei para aprender a manejá-lo. Optei pela colaboração de outrem. Continuei a escrever à mão. Faz uns seis anos que surgiu o blog Escritor Online.

Logo meus textos estavam no Google e passaram a ser acessados por amigos e desconhecidos. Tenho uns poucos milhares de leitores online. Quero mais, muito mais. Porisso mantenho um anúncio no Correio Carioca, jornal que circula nos bairros de Botafogo, Humaitá e Urca, todos na zona sul do Rio. Tomei coragem e contratei algumas inserções na Revista da TV, eis que a audiência é grande e variada. Depois se tudo der certo migrarei para o anúncio online, mas só depois de criar um site bem legal pois tudo indica que esse é o caminho não obstante a permanência da mídia impressa estar assegurada. Vamos ver. Marschall Mcluhan criou a frase “o meio é a mensagem” faz quase meio século. Era um vidente.

Leia, leia – esse é o caminho, creia!

criado por rubens_n    16:13 — Arquivado em: Sem categoria

A DAMA DA RUA

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Uma mulher me domina o pensamento por que é diferente de todas as moradoras de rua que conheço. Pode ser vista todos os dias, vassoura na mão, balde com água e muita disposição. Calçadas e ruas conhecem a eficiência dessa pessoa admirável. Alguns automóveis que ela lava brilham com o carinho da dama da rua. Quando bate a canseira ela se acomoda num banquinho e se recosta na parede quase esquina com a rua Arnaldo Quintela. Ali tira uma soneca, ali se alimenta com quentinhas, ali pita o cigarrinho – mas o que chama a atenção dos que não lhe viram o rosto e observam com comiseração aquele ser humano, vivendo a vida provisória dos excluídos é que quando em vez ela saca da sacola uma lente de aumento e lê, concentrada os pedaços de jornal que acolhe na sua faina. É de supor portanto que está conectada com o que se passa no mundo – e como se não bastasse o gesto da leitura, se a gente reparar bem, ela dispõe de um aparelho de ouvir música, acoplado aos ouvidos. Ela é um emblema. Uma Lady of t he street, uma dama da noite, uma belle de jour, a bela da rua, my fair lady.

criado por rubens_n    16:12 — Arquivado em: Sem categoria

POESIA ETERNA NA INTERNET - 12

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UM POUCO DE ILUSÃO

Está em um disco Ariola, com o título acima, long playing gravado em março de 1980, por Toquinho e Vinicius. Os versos são de Mutinho e Toquinho. Há no disco músicas lindas da dupla, mas escolhi estes versos da música escravo da alegria que se encaixa melhor neste momento da minha existência:

Eu que andava nessa escuridão

De repente foi me acontecer

Me roubou o sono e a solidão

Me mostrou o que eu temia ver

Sem pedir licença nem perdão

Veio louca pra me enlouquecer

Vou dormir querendo despertar

Pra depois de novo conviver

Com essa luz que veio me habitar

Com esse fogo que me faz arder

Me dá medo, vem me encorajar

Fatalmente me fará sofrer

Ando escravo da alegria

Hoje em dia, minha gente,

Isso não é normal

Se o amor é fantasia

Eu me encontro ultimamente

Em pleno carnaval.

É isso aí. Sou o próprio escravo da ilusão do amor.

criado por rubens_n    16:11 — Arquivado em: Sem categoria

22 de julho de 2010

NOSSA ATIVIDADE FÍSICA TEM NOVO ENDEREÇO

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21

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            Rua
Bambina, 86, telefone 2226-5322, Botafogo, bem em frente à rua Visconde de Ouro
Preto. A rua Bambina chama-se rua Luisa Bambina Araújo Lima. Era filha do
Marquês de Olinda também nome de rua no bairro. Bem, nesse endereço charmoso e
bem instalado começou a funcionar o Ábíle,

 

 

“ o mais novo espaço para
atividade física aqui do bairro

e está preparado para cuidar do
seu bem-estar.

Com o
Pilates e o RPG, você vai melhorar a sua qualidade

de vida, aumentando sua força,
flexibilidade e coordenação.

       Em um espaço pensado para receber alunos
de todas as idades,

em
aulas individuais ou em grupos de até quatro pessoas, o Ábile é

o  lugar certo para você mudar a sua vida, para
melhor.

Ábile,
em busca do equilíbrio.”

 

 

 

As palavras
acima estão em um panfleto que recebi na rua. Como estava perto segui até lá,
onde fui ciceroneado pela professora de educação física Ana Paula. Gostei.
Gostei também do nome Ábile, que me lembra a palavra habilidade. Surpreza! O
Ábile pertence aos donos do Espaço Aquático, o qual freqüento há quase dois
anos.

 

O Pilates é um
exercício saudável, ideal para qualquer idade, que tonifica e alonga a musculatura
devolvendo mobilidade às  articulações e
à coluna vertebral. Os exercícios são feitos em aparelhos que utilizam molas,
sem impacto.

Atesto a
eficiência do método. Atribuo aos exercícios orientados pelos fisioterapeutas
Marcelle Sassa e Leandro G. Bessa sob a supervisão de Maurício Alves Ataíde
Junior o meu bem estar, alegria de viver, disposição e bom humor.

Agora uma
reflexão : mudam os tempos mudam os costumes. A TV informa que os homens estão
a cada dia mais vaidosos. São aqueles nas faixas que vão da adolescência até
aos quarenta anos. Exercitam-se, fazem tratamento da pele, freqüentam academias
e salões de beleza. Alguns fazem até depilação, imagine! Menos, rapazes, menos.
Infelizmente os homens mais velhos são teimosos, rebeldes, recusam qualquer
sugestão para uma vida saudável. Preferem as rodinhas na praça, jogar cartas ou
dados, as mesas dos botecos em torno de tira gosto gorduroso e cerveja
estupidamente gelada. Observo-os 
diariamente. Bermudões, barba crescida, barrigas enormes, óculos presos
com barbantes, molho de chaves na cintura, sandália de dedo, são os ranzinzas
candidatos ao AVC ou coisa pior.

Em
contrapartida as academias, os consultórios médicos estão sempre povoados de
mulheres. Fazem exames ginecológicos regularmente, cuidam da aparência e
ostentam boa forma nas sessões de Pilates, RPG, hidroginástica e por aí vai.
São as futuras alegres viúvas dos bailes da terceira idade à procura de um
namorido. Salve elas!

criado por rubens_n    9:42 — Arquivado em: Sem categoria

19 de julho de 2010

TEMPO MEU

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QUIM

Não sei se o tempo vai ou vem como se fosse em ondas. Sei só que me encontro quedo como se não conseguisse que o tempo passasse fazendo-me mudar.

Não sei se o tempo vai ou vem como se fossem ondas. Sei só que passou por mim tão depressa que deixou de ser tempo e passou a ser eu.

E passa sem passar, tão depressa parado que muda sem se transformar, fazendo de mim o que eu faço dele, sendo eu o que ele é.

Não sou nada quando passo, não existe o tempo quando passa, existo eu somente nesse tempo que é agora.

criado por rubens_n    15:48 — Arquivado em: Sem categoria

A FAMÍLIA DE PEDRO MACÁRIO

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No Jornal da ABI nº 354 leio um tributo à memória de Pedro Macário, o qual não conheci pessoalmente, mas o descobri lendo o conto Bolero no Suplemento Idéias e Livros do Jornal do Brasil. Tomei a iniciativa de escrever-lhe, falamos por telefone uma vez, mas só descobri quão importante ele foi lendo a página a ele dedicada no Jornal da ABI. Pedro Macário nome de personagem de romance: que homem bonito e que carreira rica de realizações! Uma vez falei com uma filha dele por telefone. Tudo muito rápido e distante. Mas eis um companheiro do qual eu gostaria de ter sido íntimo, um homem de bem, um belo pai, um senhor artista. Deus o tenha

criado por rubens_n    15:07 — Arquivado em: Sem categoria

15 de julho de 2010

POESIA ETERNA NA INTERNET - 10

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Minha querida dama

Ou ficaria melhor : “minha dama querida?” Quem não lembra de Paulo Autran como o professor Higgins e Bibi Ferreira na pele de Eliza Doolittle? O Teatro Carlos Gomes nunca bombou tanto. O produtor Victor Berbara gastou os tubos mas mostrou a audácia de um brasileiro ao medir forças com o que havia de melhor na Broadway. Mas não devia ter mexido no título. Alguns se perdem na tradução – “My fair lady” é imbatível. A história vem de longe, do tempo dos gregos clássicos, quando um escultor se apaixonou por sua obra, Galatéia. Séculos depois um irlandês genial chamado George Bernard Shaw recriou a lenda adaptando-a à esnobe sociedade londrina. Chamava-se Pigmaleão e Galatéia e fez muito sucesso nos palcos. No cinema dos anos trinta Leslie Howard e Wendy Hiller foram os pratagonistas.

Foi porém nos palcos da Broadway que My Fair Lady se tornou um musical inesquecível. A estréia, no dia 15 de março de 1956, no Teatro Mark Hellinger em Nova York. No elenco Rex Harrison e Julie Audrews. E o espetáculo repetiu-se por 2.717 noites e vesperais, com inúmeras mudanças de intérpretes, mas sempre elegante, vibrante, romântico, arrebatador.

Na década de 60 ou 70 Hollywood produziu um belíssimo filme com o mesmo Rex Harrison no papel principal e Audrey Hepburn como Eliza, a pobre e ignorante vendedora de flores que Higgins transformou em princesa húngara.

A beleza do cenário, o vestuário, o talento dos intérpretes, a extraordinária riqueza das cores, nada supera a genialidade das letras e das músicas compostas pela dupla Alan Jay Lerner e Fredrick Loewe. Poesia pura e gêneros musicais diversos. E tudo de um romantismo profundo e comovente.

Dos quinze números musicais que tornaram “My Fair Lady” um clássico eterno, escolhi o texto poético : “ On the Street Where you live”, a rua onde você mora, mas não me atrevo a colocá-lo em português. É o momento em que o jovem Freddy, apaixonado por Eliza vai procurá-la na rua onde ela mora. E, debaixo da janela canta, emocionado, esperançoso como todo enamorado :

I have often walked down this street before;

But the pavement always stayed beneath my feet before.

All at once am I sev’ral stories high,

Knowing I’m on the street where you live.

Are there lilac trees in the heart of town?

Can you hear a lark in any other part of town?

Does enchantment pour out of eve’ry door?

No, it’s just on the street where you live.

And oh, the towering feeling, Just to know somehow you are near!

The overpowering feeling, That any second you may suddenly appear!

People stop and stare.

They don’t bother me,

For there’s nowhere else on earth that I would rather be.

Let the time go by; I won’t care if I

Can be here on the street where you live.

Leia, leia – esse é o caminho, creia!

criado por rubens_n    16:06 — Arquivado em: Sem categoria

12 de julho de 2010

COPA 2010

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Horas antes da vitória da Espanha, li, domingo, na coluna do Tostão, na Folha de São Paulo:

“Vou torcer para a seleção espanhola. Se a Espanha ganhar o título, será ótimo para o futebol. Será a vitória do time que joga bem, diferente, e que dá espetáculo.

Se isso acontecer, espero que influencie os técnicos brasileiros, que não estão nem aí para a qualidade do jogo. Só pensam em vencer. Eles não gostam de futebol. Gostam de ganhar. O futebol brasileiro precisa, dentro e fora de campo, de pessoas que gostam de futebol, e não apenas de vencer e de fazer bons negócios.”“.

É isso aí.

criado por rubens_n    11:14 — Arquivado em: Sem categoria
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