17 de setembro de 2009

O TOM DA TARDE


v\:* {behavior:url(#default#VML);}
o\:* {behavior:url(#default#VML);}
w\:* {behavior:url(#default#VML);}
.shape {behavior:url(#default#VML);}
<!– /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Verdana; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

* Por Daniel Santos

Após semanas de frio intenso, o domingo trouxe algum calor. Pude, então, me escarrapachar gostosamente no banco da praça, onde um sol sem trombeta, só doçuras, espargia por toda parte cristaizinhos de açúcar.

Pois foi ali, sentado, que vi um menino se aproximar do lago e atirar uma pedra, mode a fazê-la resvalar pela superfície o mais possível. Depois, outra e outra. E vibrava, se a pedra atingia a margem oposta.

Poucos perceberam a cena – tão trivial quanto encantadora, porque antiga. Afinal, desde sempre, os garotos têm esse gostinho de contrariar leis da física: em vez de afundar, a pedra mantinha-se veloz na tona.

E se ela ricocheteava quatro, cinco vezes, o menino olhava à volta, a ver se flagrava alguém admirado de seu feito, também ele orgulhoso da divertida forma de desobediência, tão próxima da criação, da invenção.

Cena antiga, sim. Nada que saltasse aos olhos de um pintor, de um fotógrafo, nem fascinasse multidões. Mas dava – a mim, pelo menos – o tom daquela tarde sem sobressaltos. Bonomia sem fastio, pura bênção.



criado por rubens_n    16:52 — Arquivado em: Sem categoria

ECOS DE MARAÚ

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} a:link, span.MsoHyperlink {color:blue; text-decoration:underline; text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed {color:purple; text-decoration:underline; text-underline:single;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

Pai a sua presença ficou na lembrança mais do que o sol, a comida e as visitas. Gostei muito dos momentos que você me contou do que estava escrevendo e também daquele momento no qual você falou sobre a Itaipu onde ficou conhecido e deixou amigos e amigas.

Acho que você também está conseguindo mostrar o seu lado artístico de várias maneiras e me fez lembrar alguns alunos da sua idade que traziam peças, escritos e pensamentos com muita felicidade.

Sobre a família em geral eu acho que nós não temos tradição de encontros e tudo não parece natural, mas devido ao fato que gostamos de aproximar-nos fazemos esforços e gastamos muita energia para isto. E não há outro jeito porque a falta de contato traz uma vontade de compensar o que passou em branco.

O que realmente me importa é pensar que eu tenho a alegria e a oportunidade de poder escrever para você e fazer planos de te ver, te abraçar e me sentir bem. No que me deixa muito a vontade é o fato que você não interfere na minha vida e me deixa resolver as coisas normalmente.

Você é companheiro e um artista nato.

Vamos nos encontrar aí no Rio mais para a frente.

Beijos na Aurora!!!!

Te amo

Marcio

PS: Marcio Moura – Ceramista : 73 99717324 - Itacaré – Bahia – www.sobras.web-log.nl

criado por rubens_n    16:46 — Arquivado em: Sem categoria

CREPÚSCULO DOS DEUSES

.hmmessage P { margin:0px; padding:0px } body.hmmessage { font-size: 10pt; font-family:Verdana }

* Por Daniel Santos

Diego Maradona, com o manto celeste, não sabe a que atribuir sua má fase e suspeita que perdeu o juízo desde o abandono do cigarro – um cigarro vegetal, pra lá de natureba, que ele mesmo enrolava.

Daí em diante, pegou o hábito de enrolar todo mundo, e enrolou tanto que subiu ao altar de uma igreja criada pelos hermanos: é, agora, o próprio Deus. Não parece, né? Mas é.

Sua tática infalível de arrebanhar almas é levá-las ao desespero da derrota para que implorem por sua intervenção divina. Ele adora isso.

Aí, coça a barriguinha, masca mais uma arroba de picanha sangrenta, arrota de fastio e, com aquele ar blasé muy característico da sua legião, adia a vitória por mais uma temporada.

Os carolas acendem velas, queimam incensos, benzem-se, oram, depositam oferendas a seus pés…e nada! O Todo-Poderoso não cede, pede mais demonstrações de fidelidade à sua figura esférica, algo gelatinosa, enquanto se mantém na administração das multidões angustiadas

criado por rubens_n    10:01 — Arquivado em: Sem categoria

15 de setembro de 2009

k d Mariana?

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

?

Ana em Massachussettes

Mari em São Paulo

e

Mariana? Onde estará?

19-09-2009

criado por rubens_n    13:12 — Arquivado em: Sem categoria

ECOS DE MARAÚ

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} a:link, span.MsoHyperlink {color:blue; text-decoration:underline; text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed {color:purple; text-decoration:underline; text-underline:single;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

Pai a sua presença ficou na lembrança mais do que o sol, a comida e as visitas. Gostei muito dos momentos que você me contou do que estava escrevendo e também daquele momento no qual você falou sobre a Itaipu onde ficou conhecido e deixou amigos e amigas.

Acho que você também está conseguindo mostrar o seu lado artístico de várias maneiras e me fez lembrar alguns alunos da sua idade que traziam peças, escritos e pensamentos com muita felicidade.

Sobre a família em geral eu acho que nós não temos tradição de encontros e tudo não parece natural, mas devido ao fato que gostamos de aproximar-nos fazemos esforços e gastamos muita energia para isto. E não há outro jeito porque a falta de contato traz uma vontade de compensar o que passou em branco.

O que realmente me importa é pensar que eu tenho a alegria e a oportunidade de poder escrever para você e fazer planos de te ver, te abraçar e me sentir bem. No que me deixa muito a vontade é o fato que você não interfere na minha vida e me deixa resolver as coisas normalmente.

Você é companheiro e um artista nato.

Vamos nos encontrar aí no Rio mais para a frente.

Beijos na Aurora!!!!

Te amo

Marcio

PS: Marcio Moura – Ceramista : 73 99717324 - Itacaré – Bahia – www.sobras.web-log.nl

criado por rubens_n    13:09 — Arquivado em: Sem categoria

10 de setembro de 2009

OLHOS DE TUDO VER

<!– /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Verdana; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}


* Por Daniel Santos

Aquele ali é papai. Está trabalhando – parece. De vez em quando, assina alguma coisa com o seu jeito elegante de pegar na caneta. Umas garotas na escola dizem que eu já faço igualzinho. Será mesmo?

Vim aqui chamar para o lanche da tarde, mas não tive coragem, porque … Ah, ele está com uma cara! Igual assim, só uma vez, quando beijou minha testa antes de dormir e percebeu que ardia em febre.

Foi aí que vi papai crescer muito, muito acima de mim com olhos de tudo ver. Debaixo da toca da sua testa, duas chispas de fúria se acenderam e entendi: ele se revoltava contra o que me abatia.

De um salto, acendeu as luzes, acordou a família, chamou o médico e só descansou manhãzinha, quando a sezão cedeu. Além do remédio, foi a certeza de ter alguém vigilante por mim que me curou. Foi sim!

Agora, aquela mesma cara. Assina papéis que decidem o mundo, enquanto gente aflita se apressa pelas ruas lá fora. Mas tenham calma. Papai está na vigília. E – acho – não vai nem tomar o lanche da tarde.

criado por rubens_n    16:05 — Arquivado em: Sem categoria

HISTORIADOR À MINUTA

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

Era comum nas casas de pasto de antigamente: diversos pratos à minuta, ou à moda. Nina Horta sente saudades desse tempo : filé à cubana, churrasco à Oswaldo Aranha, sopa a Leão Velloso…Um grande advogado – Sobral Pinto – ao ouvir um juiz militar dizer, em 1964, que vivíamos uma democracia “à brasileira”, respondeu: “democracia é democracia; à brasileira eu só conheço “peru à brasileira”. Pois eu sou um historiador à minuta. Outro dia, no texto “Papeis Velhos”, entre outros fiz o deslize de confundir vikings com hunos e Ricardo 3º com Henrique III (existiu?). Foi em 19 de Maio de 1994, quando visitava York, antiga sede do reino inglês. Fui lá com minha filha Regina. Quem me indicou a visita foi Leny Werneck. York deve ter uns três mil anos de existência. Antes da era cristã a região foi ocupada por milhares de Vikings vindos das terras geladas das regiões nórdicas : Dinamarca, Suécia, por aí. Ficaram por ali uns seiscentos anos (um documentário montado em cenário que reproduz a época e que se percorre em um trenzinho, mostra o que era viver naqueles tempos). Os Vikings saíram de York quando as hordas romanas chegaram à Ilha britânica. A cidade toda é um museu. O símbolo histórico principal é a Catedral, construída e reconstruída várias vezes. Uma jóia arquitetônica. Em uma das escavações foi encontrado um obelisco romano, uma bela peça, instalada ao lado do templo. Turista embasbacado adentrei a Catedral com a cabeça coberta com o chapéu comprado em Walles. Um padre, gentilmente advertiu-me. Mais de uma hora depois, à saída, ele sorriu e me desejou bons passeios. O que fizemos, Regina e eu. Percorremos o centro preservado com suas ruas estreitíssimas; descansamos à beira do rio, por onde chegaram os vikings e cujas margens são ligadas por pontes construídas pelos romanos. Visitamos o castelo que foi sede da Coroa inglesa, habitado pelo coxo e demente Ricardo 3º, magnificamente vivido no cinema por Al Pacino. É isso.

criado por rubens_n    16:01 — Arquivado em: Sem categoria

8 de setembro de 2009

APLAUSO BRASIL aplaude FRAMES

 

 

Maria Lúcia Candeias assistiu e gostou da peça FRAMES de Franz Keppler, em cartaz no Instituto Cultural Capobianco, rua Álvaro de Carvalho, 97, São Paulo. Já escrevi sobre essa comédia dramática, no qual brilha a atriz Mari Nogueira, minha sobrinha. O texto de Candeias, que aqui reproduzo, saiu no (micandeias@aplausobrasil.com.br).

            Se você estiver afim de um teatro inteligente, FRAMES  é encenado aos sábados, 21 h e domingos, 19h. – Telefone : (011) – 3237-1187

 

 

http://aplausobrasil.ig.com.br/materias_e_criticas.html

 

Crítica de Maria Lúcia Candeias, especial para Aplauso Brasil (mlcandeias@aplausobrasil.com)

 

SÃO PAULO - Três peças curtas reunidas compõem um retrato surpreendente da vida na cidade de São Paulo na ótica dos jovens como o autor, Franz Keppler, o diretor Flávio Faustinioni e todo o excelente elenco de Frames.

 

Não dá pra perceber se os textos foram escritos com ou sem idéia de continuidade, visto que parecem um conjunto perfeitamente integrado, atualíssimo, além de vapt-vupt como diria Antunes Filho.

 

Como se isso não bastasse, autor e encenador assinam cenários de uma simplicidade, assim como de beleza e eficiência, muito raros. Notadamente em obras cujo orçamento não conta com grandes verbas.

 

O mesmo pode ser dito da trilha e iluminação (Faustinioni), e dos figurinos (Camila Raffanti), simplesmente perfeitos.

 

Some-se, ainda, a qualidade dos intérpretes, que têm tanta confiança na sua própria eficiência, bem como na dos colegas, que possibilitam que o público distribua os papéis do espetáculo a seu gosto via internet, nas vésperas do dia em que pretendem comparecer ao Instituto Cultural Capobianco. (rua Álvaro de Carvalho, travessa da Martins fontes).

 

São características que fazem de Frames, senão a melhor, uma das melhores montagens que estão em cartaz.

 

Não deixe de ver. Não perca.

 

criado por rubens_n    16:12 — Arquivado em: Sem categoria

3 de setembro de 2009

O TOM DA TARDE


v\:* {behavior:url(#default#VML);}
o\:* {behavior:url(#default#VML);}
w\:* {behavior:url(#default#VML);}
.shape {behavior:url(#default#VML);}
<!– /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Verdana; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}


* Por Daniel Santos

Após semanas de frio intenso, o domingo trouxe algum calor. Pude, então, me escarrapachar gostosamente no banco da praça, onde um sol sem trombeta, só doçuras, espargia por toda parte cristaizinhos de açúcar.

Pois foi ali, sentado, que vi um menino se aproximar do lago e atirar uma pedra, mode a fazê-la resvalar pela superfície o mais possível. Depois, outra e outra. E vibrava, se a pedra atingia a margem oposta.

Poucos perceberam a cena – tão trivial quanto encantadora, porque antiga. Afinal, desde sempre, os garotos têm esse gostinho de contrariar leis da física: em vez de afundar, a pedra mantinha-se veloz na tona.

E se ela ricocheteava quatro, cinco vezes, o menino olhava à volta, a ver se flagrava alguém admirado de seu feito, também ele orgulhoso da divertida forma de desobediência, tão próxima da criação, da invenção.

Cena antiga, sim. Nada que saltasse aos olhos de um pintor, de um fotógrafo, nem fascinasse multidões. Mas dava – a mim, pelo menos – o tom daquela tarde sem sobressaltos. Bonomia sem fastio, pura bênção.



criado por rubens_n    16:57 — Arquivado em: Sem categoria

CLP - A JUVENTUDE E A HISTÓRIA DO PARANÁ

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

Como temos acentuado, seguidamente, o nosso Cenáculo se constitui em uma das maiores e melhores entidades culturais de nossa terra, fundado que foi por Euclides Bandeira e Emiliano Perneta, em 19 de dezembro de 1912, mesma data em que foi criada a mais antiga Universidade do Brasil.

Promovendo eventos lítero-musicais todas as terças-feiras, antecedidos por tradicional “Chá de Confraternização”, em sua aprazível sede, conta com uma biblioteca de mais de vinte mil títulos, a maioria de autores paranaenses, proporcionando agradáveis momentos de cultura e lazer para seus associados e visitantes.

A “Revista do Centro de Letras do Paraná”, cujo o nº 53 esta à disposição de todos, é veículo de amplo noticiário e informações, repleta de artigos, poemas e trabalhos literários de expressivo valor.

Faltava contudo, à nossa dileta instituição, aproximação maior com os jovens, a fim de despertar maior interesse para a cultura, de um modo geral e, em especial, da própria História do Paraná, pouco divulgada e conhecida.

Bem por isso, a Diretoria cogitou no lançamento de um “Concurso de Monografia”, cujo público alvo fosse, exatamente, o estudante de nível superior, tendo por temática algum aspecto da História do Paraná.

Deliberou-se, então, promover, tal certame, em parceria com o Movimento Pró-Paraná, Ente de Integração e Relações Institucionais, criado por inspiração do saudoso jornalista Francisco Cunha Pereira Filho, escolhendo-se, como tema, “ Barão do Serro Azul, o homem, o empresário e o herói, na História do Paraná”.

De imediato, a Federação do Comércio do Paraná, a Federação das Indústrias do Paraná e a Associação Comercial do Paraná possibilitaram a premiação dos melhores trabalhos, enquanto a Senhora Lílian Vargas, viúva do sempre lembrado historiador e confrade Túlio Vargas, ofereceu uma coleção de suas obras.

Assim é que, aprovado o respectivo regulamento, será possível laurear o primeiro classificado com o prêmio de R$ 7.000,00 (sete mil reais), o segundo, com R$ 4.000,00 (quatro mil reais) e o terceiro, com R$ 3.000,00 (três mil reais), atribuindo-se àquele, ainda, os livros de Túlio Vargas.

PS – Luiz Renato Pedroso está de parabéns. Atrair os jovens para renovar a missão do CLP. A programação de Setembro começou, dia 01/09; com palestra do escritor Suíço-argentino, Edmundo Blader. Tema : “Criatividade – poética-literária na Suíça”.

criado por rubens_n    16:54 — Arquivado em: Sem categoria
Posts mais antigos »
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://escritoronline.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.