27 de agosto de 2009

NO VAGAR DO PASSEIO

<!– /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Verdana; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>


/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

* Por Daniel Santos

Na festa dos 80 anos, o velho abria presentes quase apático. Primeiro, porque àquela altura faltava-lhe um grande projeto de vida. E, sem expressar desejos, ganhava o previsível: lenços, meias, cuecas …

Naquela noite, no entanto, o neto estendeu-lhe uma caixa e, ao abri-la, os olhos do aniversariante recobraram o antigo brilho. Teve, então, certeza de que a vida não mais escoaria como água por entre seus dedos.

Meticulosa, imersa em pregas, serena como quem pactua com a eternidade, uma tartaruga espichou o pescoço e logo refluiu ao próprio casco. Viveria, na certa, bem mais que ele, mas acolheu-a afetuoso.

Ao cuidar dela, esqueceu dores e remédios, ganhou peso e comprava jornais todo dia para se inteirar das últimas, agradecido à sábia intuição de uma criança que lhe colocara em mãos a chave do mistério.

Sim, quem ampara o semelhante a si mesmo se apruma: na tolerância do tempo, o alargamento dos prazos; no vagar do passeio, o caminho mais longo. E assim têm aprendido – o velho e a tartaruga.

criado por rubens_n    12:28 — Arquivado em: Sem categoria

AMA A TERRA EM QUE NASCESTE

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 111.75pt 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

Olavo Bilac manja ele? Escreveu pra chuchu. Foi professor, inspetor de educação, jornalista, cronista e compôs sonetos imortais. Foi da Academia Brasileira de Letras e dizia: - “somos imortais por que não temos onde cair morto.” A professora Bárbara Lemos Freire morre de amor por Maraú, a terra em que nasceu. Ampliando o que ela descreve em seu livro, completo o verso de Bilac: … “Criança, não verás país como este!” Escrito com o coração, a professora Bárbara, expõe no seu livro: “Maraú – luz do sol ao amanhecer”, a alma de uma cidade que poucos conhecem, que é habitada por menos de vinte mil pessoas, mas porém, contudo ainda será muito famosa. Como provou a realidade, Monteiro Lobato estava certo. A Bahia é um tesouro terrestre e subterrâneo. Assim que, Maraú, cópia do Éden da Bíblia, tem, como o Brasil como um todo, riqueza mineral escondida sob a superfície verdejante. Um dia o petróleo vai jorrar!!! Antes disso, as belezas naturais atraem muitos ricos e famosos, bem como turistas acidentais. Há lugar para todos. As pousadas se contam às dezenas. Milionários brasileiros e alguns europeus têm propriedades na região. Olha, só vendo pra crer! A professora Bárbara teve no advogado e escritor Ivan Guanais um colaborador precioso. Quando fores a Maraú procure o livro. É como dizia aquele francês : “quem fala de sua cidade, descreve o mundo!”

criado por rubens_n    12:05 — Arquivado em: Sem categoria

ONDE O CÉU AZUL É MAIS AZUL


st1\:*{behavior:url(#ieooui) }
<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 75.75pt 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

E onde a noite podemos contar as estrelas. Isto é Maraú, o paraíso que já foi descoberto pelo mundo, mas continua restrito a poucos nacionais. A Bahia, onde o Brasil nasceu como civilização cristã, é um tesouro ainda a ser descoberto. Fui lá. Ou voltei. Como dizem de Portugal – “não vamos a Portugal, voltamos para lá”. Por que a Bahia vive em nós. O próprio D.João VI quase instala o Reino na terra de Gilberto Gil. Eu que nasci no interior de São Paulo, comecei a conhecer a Bahia de um modo meio que politicamente incorreto. Foi na conturbada época das revoluções de 1930 e de 1932. São Paulo nunca aceitou Getúlio Vargas. Existem ruas, avenidas, praças com o nome dele em todo o país. Menos em São Paulo. Que eu saiba, na capital paulista o nome de Gegê só aparece na FGV – a Fundação Getúlio Vargas – que é do Rio. Então em 30 e 32, apareceram muitos jovens e não tão jovens baianos para guerrear contra o governo central. Pelo jeito eram destemidos e ferozes. Sei que, menino de seis, sete anos, recebia de mamãe a advertência, sempre que queria ir à rua, depois do pôr do sol: - “não saia, que o baiano te pega!” Passei a infância com isso no bestunto. Mas na adolescência conheci Ruy Barboza, Castro Alves, Nina Rodrigues, Octávio Mangabeira, seu irmão João Mangabeira e tantos luminares, gênios políticos, científicos, intelectuais. De um deles – Afrânio Peixoto – li toda a obra literária. Uns vinte e poucos volumes. A Bahia moderna, pela música, de baianos como Caymmi e não baianos como Alcyr Pires Vermelho e Ary Barroso é conhecida em todo o Planeta. E o que dizer de Gil, Caetano, Betânia e a ruidosa Ivete Sangalo?

Salve a Bahia! A família Nogueira que tem antepassados ou homônimos na Bahia boa terra Bahia (obrigado Flávio Damm) está, “literalmente”, voltando para lá. Primeiro a filha caçula Regina Lúcia, a qual trocou 30 anos de Reino Unido pelo reino da rainha do Mar. Depois Márcio, o único filho homem, artista da cerâmica. Depois de andejar por Ceca e Meca, deu com os costados em Itacaré, outro “point” do turismo internacional. Escrevi estas mal traçadas à sombra do salão de refeições da Pousada “Aycha” – que quer dizer alegria. E alegre estou de aqui estar, trazido pela filha primogênita Ana Nogueira. Ela trocou a friorenta Boston pelas espumas brancas do mar de Algodões (freguesia de Maraú). Apenas uma semana. Mas valeu a pena.

criado por rubens_n    12:02 — Arquivado em: Sem categoria

A LUZ DO SOL AO AMANHECER

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} p.MsoBodyText, li.MsoBodyText, div.MsoBodyText {margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:6.0pt; margin-left:0cm; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} p.MsoBodyTextIndent, li.MsoBodyTextIndent, div.MsoBodyTextIndent {margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:6.0pt; margin-left:14.15pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.9pt 47.25pt 70.9pt 3.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

Enquanto batuco a esferográfica da PREVI (ganhei no dia do aposentado) Miles Davis capricha seu sax tenor e sopra a melodia de Stella by Starlight, no som de Regina e Ricardo, neste recanto de sonho que é a casa que eles planejaram e construíram em terreno adquirido por ela, o qual faz parte de uma fazenda desativada. Estamos na Praia dos Algodões, a poucos quilômetros do centro de Maraú – a península no sul da Bahia, a mais de quatrocentos quilômetros de Salvador. O lugar é paradisíaco. Eles abriram uma clareira para erigir a morada. No entorno, a floresta atlântica. A típica, que aqui é área preservada. Muitos coqueiros, cajueiro, dendezeiros, flores silvestres. A casa é rústica, confortável. Abriga o casal e Mina, uma linda cachorrinha (linguicinha marron). Regina já é conhecida dos moradores, na maioria pescadores. Tem amigos e acha que fez bem ao trocar Llandeilo, no país de Gales, pela vida de caiçara. Estou com Ana Nogueira, usufruindo da vida saudável, entre o mar e a mata. Não sei dizer mais neste momento. Recorro a Jorge Coli, ao escrever o concerto da Orquestra Filarmônica de Israel, conduzida por Zubin Mehta, dia 8, em Paulínia : “Tons calorosos, matizados, num tecido sonoro em suavidade de ouro velho. Mas nada valem as metáforas. Era preciso estar lá para ouvir”.

Maraú, no idioma indígena quer dizer : “ a luz do sol ao amanhecer”. Só vindo aqui para ver!

criado por rubens_n    12:00 — Arquivado em: Sem categoria

25 de agosto de 2009

ARTIGO DE DANUZA LEÃO

 

Colaboração : Simão Cirineu Ladeira

Sempre apreciei a Marina. Gosto da biografia guerreira dela. Acompanhava-a no Senado, antes de se tornar Ministra (agora, anda meio apagadinha…). Todavia me parece que o povo a conhece muito pouco. Daí não lhe ver muita chance, a não ser que muita coisa venha acontecer até as eleições. Acompanhemos o desenrolar de tudo. É que eu sou adepto do voto-útil…
Não tenho esse medo da Dilma. Torço apenas para que não  seja realmente uma mentirosa. Ainda que a mentira seja a companheira de nossos políticos. O que nela dá medo a outros me parece ser a expressão de sua ”autoridade” para gerenciar (Lembra o Fernando Xavier, na “nossa” Itaipu?). E cá pra nós: este país precisa de alguém com pulso firme.
Por outro lado, tenho medo de que a Marina atenda apenas a  esperança revelada pela Danusa: “Minha única esperança, atualmente, é a entrada de Marina Silva na disputa eleitoral, para bagunçar a candidatura dos petistas” e seu propósito seja tão somente o de impedir que  Dilma Rousseff ” passe para o segundo turno“.
  Aí, não! Ser tão-somente candidata-escada para o  Serra?
Aliás, não se deve esquecer de que o PV, para onde ela vai, em defeitos não se distancia d PT. Pesquise seus quadros: há de ver que nem só o Zequinha Sarney é um de seus filiados temerários…

PS . Simão bem que pode ser o cronista político deste blog

 



 

criado por rubens_n    16:01 — Arquivado em: Sem categoria

MEDO MAIOR

                             
* Por Daniel Santos

Da primeira vez que perdeu o controle, sentiu uma força assustadora injetar fúria no sangue e nos músculos – uma força que incitava à destruição. Mas, antes de se alterar por completo, a mulher escapuliu.

Sim, conseguiu se safar, mas com grande dificuldade, e a rigor ignora até hoje como se esquivou daquela ordem irracional que propunha a ruína, e não apenas de si mesma, mas igualmente dos seus!

Pois acabara de chegar do trabalho cheia de contas a pagar, o cachorro urinando na sala, o sapato mordendo-lhe o calcanhar e os filhos (ah, os dois pestinhas!) esgoelando-se até enlouquecê-la de verdade.

Também ela gritou e gritou que se calassem. Aí, o berreiro aumentou, enquanto a janta queimava no fogão, o cachorro rosnava feito um insano e os garotos puxavam-lhe a saia até enervá-la ao máximo.

A raiva evoluiu à fúria … e ela desejou intensamente atirar as crianças pela janela. Morressem, ela teria paz, enfim. Mas trancou-se a tempo no banheiro para chorar. Chorar de medo de si mesma.



 

criado por rubens_n    15:59 — Arquivado em: Sem categoria

18 de agosto de 2009

A CAMINHO DE MARAÚ

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

Já ouviu falar? Já viu na Televisão? É uma península na Bahia, perto de Ilhéus. Dizem que é um paraíso selvagem. Estou a caminho. Vou com minha filha Ana Maria. Por que vamos? Lá mora Regina, outra filha. Aproveitaremos para dar um pulo até Itacaré, praia de fama internacional. Relutei, remanchei, mas vou. Regina foi pra lá há mais de dois anos. Minha filha Vera deu-me de presente uma passagem, ano passado. Adiei, posterguei e não fui. Minha praia é meu quarto e meu banheiro. Vamos dia 16 e voltamos dia 24. Vamos ver como será…

criado por rubens_n    14:31 — Arquivado em: Sem categoria

CONVERSA BOA

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

Raro pra mim um encontro como o que aconteceu no alpendre do Palácio do Catete. Sim, ali mesmo, onde tantos presidentes presidiram. A varanda é extensão da Livraria Museu da República. A livreira Renata Scheele é descendente de alemães, veio do Rio Grande, é luterana, uma flor de pessoa. Ali acontecem muitos lançamentos literários. Naquela tarde de sábado, com a agradável temperatura de julho, era a vez de Leny Werneck autografar “Raízes : As memórias de Emmanuel, um menino francês. Eu a conheço há bastante tempo. Leio e ofereço seus livros para crianças da família e de amigos. Raízes deu à Leny a oportunidade de participar com toda a pompa no ano Brasil-França, ela que morou anos e anos em Paris e divide seu tempo ( agora que voltou a viver no Rio) entre o Brasil e a França.

O encontro previa um debate entre a escritora e o escritor Luiz Raul Machado sobre o tema do livro, um belo enredo sobre um menino em busca de suas raízes. Mas foi mais do que isso. Aconteceu ali um momento mágico, de harmonia e boa troca de idéias. Estavam presentes a dona da editora Mar de Idéias, responsável pelo livro em questão, a empresária Renata Nakano, da Miró editorial e Rui de Oliveira, um artista eclético: professor, escritor, ilustrador. Na ocasião mostrou seu último livro de história para todas as idades, com incríveis desenhos, fruto do seu traço refinado. Sei que, entre um comprador e outro, um amigo e outro, Leny presidiu essa conversa boa que fez-me sentir quanto é proveitoso o convívio com gente inteligente.

Boa leitura

O autor Mario Sérgio Cortella é novo para mim. Quando minha amiga falou-me dele e do livro “Qual é a tua obra? Editora Vozes, já na sétima edição, confundi o nome do autor com o de um jornalista quase homônimo, que escreveu um livro sobre o que ocorre nos bastidores de Brasília. Ledo engano. Cortella é um mestre filósofo, com vivencia universitária. É um comunicador emérito, com textos publicados, palestrador, etc etc.

O livro que Ângela me emprestou aborda inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética, tudo o que precisamos para concorrer com sucesso na luta pela vida. Sobre tudo a ética – em foco nestes dias tensos. Mas o que me encantou foi o professor Mario Sergio Cortella ter confiado o prefácio a Ana Carolina Rocha Cortella Krämer. Quem é? Sim, é sua filha. Essa integração intelectual familiar não é comum. Quando acontece, a alegria não é restrita aos autores. Emociona quem lê. Como diz Ana Carolina: “qual é a nossa obra? É o futuro, pai.

criado por rubens_n    14:28 — Arquivado em: Sem categoria

PERGUNTE-ME!

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}

Pergunte-me!

O que mais gosto? – Dinheiro e Sexo

Sexo e dinheiro.

criado por rubens_n    14:26 — Arquivado em: Sem categoria

MARAVILHOSA

<!– /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Verdana; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:21.0cm 842.0pt; margin:3.0cm 2.0cm 70.9pt 2.0cm; mso-header-margin:35.45pt; mso-footer-margin:35.45pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:”";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;}


* Por Daniel Santos

Nada cala os tambores na cidade fatigada. Os dias entram pelas noites com insônia de profundas olheiras, numa compulsão requebrosa pelo divertimento a todo custo, ansiedade sem o cabresto do recato.

Houvesse um colapso, as tensões se aliviariam, mas recorrente é o frenesi que toma todo o sítio das promoções vantajosas, das produções milionárias, das platéias que se convulsionam roufenhas à exaustão.

Sempre prestes, incapaz de escapar ao incessante gerúndio, a cidade atrai turistas, forasteiros, curiosos e os imiscui na rotina da alegria ruidosa que preenche todos os horários, sem noção de prazo nem de limites.

Canta, dança, sua e emite à atmosfera eflúvios da própria alma, da sua inquieta essência. Assim, o delírio em suspensão volta a se depositar, grão após grão, sobre essa que desconhece descanso, tranqüilidade.

Quando a fadiga beira a ruína, o troar dos tambores reanima criaturas quase esgotadas, sem licença para a pausa. E prossegue, assim, o permanente show das multidões sem consciência do próprio desespero.

criado por rubens_n    14:24 — Arquivado em: Sem categoria
Posts mais antigos »
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://escritoronline.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.