25 de junho de 2009

ELES VOLTARAM

O certo seria falar de cada um em separado. Eles são mestres do idioma, cada um no seu universo de interesse profissional. Ambos tiraram férias na mesma época e nos deixaram órfãos de suas preciosas palavras. São os cronistas de “O Globo” Joaquim Ferreira dos Santos e Jorge Bastos Moreno. Bem vindos!

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23 de junho de 2009

FELIZ DIA DOS NAMORADOS em escritas

Feliz dia dos namorados para você, cheio de fotos, você sempre foi bom com as fotos. Um dia, eu acreditei que você poderia ser meu namorado. Descrente da vida mas alegre com ela procurei-o, saímos, houve um sorvete. Houve, então, uma mulher velha, em um carro velho, que o levou até uma casa velha, onde uma mocinha, ansiosa por pai de todo dia, lhe serviu queijo cortado dentro de um prato fundo, tão cheia de afeto, tão sem social. E você desistiu, meu caro poeta. Graças a Deus, desisti junto, vendo seu apego a um passado querido e a um presente só novo. A mocinha ficou moçona, a velha ficou mais velha, o queijo sumiu, o prato quebrou. O dia dos namorados ficou, que bom, para você, - cheio de fotografias. Saudade!

PS : Você sabe que os laços humanos são tecidos pelo destino. Não houve o namoro, ficou o encanto da amizade, o afeto que nunca se encerra.

criado por rubens_n    16:36 — Arquivado em: Sem categoria

A CASA

Por : Quim

Há uma casa. É uma velha casa, muito velha, muito mais velha do que nós, do que os nossos pais, mesmo do que os nossos avós. Nessa casa viveram tantas pessoas que as pessoas de agora já nem se lembram muito bem quem eram aquelas dantes. Já não há fotografias. Aliás a casa é tão velha que é de antes do tempo das fotografias. E a casa foi sendo construída mais um bocadinho e mais outro por cada uma das pessoas que por ela passaram, de forma que agora é uma casa feita de muitas casas e muitas pessoas. Não vale a pena explicar como é a casa, basta dizer que é muito velha e que tem divisões, que umas servem de quartos onde as pessoas dormem, outras servem de salas e cozinhas e quartos para tomar banho. Se cada casa tem um cheiro muito próprio, então esta tem cheiros e cheiros e mais cheiros todos misturados, sobrepostos uns nos outros, até fazer uma amálgama de odores que perfazem o seu cheiro característico. Não é o cheiro de casa velha, é antes o cheiro de uma casa que é muitas casas e muitas pessoas. Cada pessoa tem a sua história, claro. Uma casou com uma senhora muito bonita mas que andava sempre mal disposta e gritava com as outras pessoas que viviam na casa, outra era muito boa e dava muitas coisas aos pobres e ela própria ficou pobre e sozinha, porque os outros pobres não quiseram saber dela porque era pobre. Ou então aquela que chorava de noite à janela porque tinham levado o seu amor para a guerra e disseram-lhe que ele um dia havia de vir e ele não veio nunca mais e ela chorava sempre à noitinha à janela com os olhos postos na escuridão da sua alma; mas porque esperava e esperava ia arranjando a casa para o dia em que ele havia de vir, e a casa foi ficando cada vez mais bonita e à espera também. Depois, um dia, aconteceu que o mundo inteiro estremeceu de terrível estremecer, e o chão abriu rachas e tentou engolir paredes, e estas partiram e racharam mas não foram engolidas porque era a casa das pessoas todas que por lá viveram e que viveriam ainda. E a verdade é que a casa ficou muito ferida e triste mas, por uma só vez, este estremeção foi mais importante do que todas as guerras e, por isso, os moços novos que iam para a guerra já não foram e vieram antes arranjar as casa todas e a nossa casa também. Ficou portanto com mais casas do que tinha dantes, a nossa casa, e as pessoas que lá estavam antes lá ficaram depois e, muito contentes, foram recebendo mais pessoas e mais pessoas se foram juntando e umas foram ficando outras foram partindo. Só a casa ficou para sempre, esperando quem viesse, olhando quem se fosse. Até que chegou hoje.

A casa é branca por fora. Quem a vê não imagina o que lá vai por dentro dela, as histórias que ela me conta à noitinha, devagarinho, como se tivesse alguma dificuldade em respirar, mas não, é só porque é um sussurro. E tem uma barra amarela que já toda a gente se esqueceu para que serve. A barra acompanha cada porta e dá a volta à casa. É assim! Não é só para embelezar, não senhor, é para afastar moscas e indesejáveis seres, bestas, alimárias ou homens, só a casa e eu sabemos disso. Às vezes queimo umas ervinhas para que cheire e ela gosta, às vezes falo com ela e ela só me escuta. Afinal todos os outros se foram. Às vezes voltam, um ou outro, ou dois ou muitos, mas maior parte das vezes somos só nós, a casa e eu. Às vezes sinto quem por cá passou mas não falo com elas, posso incomodar. É a casa que abre as janelas e mostra a mulher que chora à noitinha, ou bate uma porta por onde passou a mulher colérica, ou uma parede de cor fica mais luminosa porque passou um sorriso. Às vezes batem à porta. Querem falar comigo, talvez conhecer a casa. Abrem-se as portas, deixa-se a rua entrar, fala-se então em voz alta. E há flores espalhadas e cores e bebidas e música e alegria e cada um põe mais alguma coisa e deixa e acrescenta…
E a casa respira ainda e ainda.

Quim

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19 de junho de 2009

A ESTRELA SOBE….

Atriz de Piedade fala de sua carreira promissora nos palcos da Capital
José Antônio Rosa
Notícia publicada na edição de 17/06/2009 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 1 do caderno D - o conteúdo da edição impressa na Internet é atualizado diariamente após as 12h.
•                                                      Zé Rubens / Divulgação

"Não existem limites quando buscamos um objetivo na vida", relata Mari Nogueira

A guinada na vida da empresária, e hoje atriz, Mariângela Nogueira, aconteceu há dez anos. Natural de Piedade, ela mesma conta que, nessa época, aos 43 anos, descobriu ser portadora de leucemia.
Passou por tratamento, venceu a doença, mas decidiu dar novo rumo à própria história. Mari, como é conhecida, sempre gostou de arte dramática. Como morava (e ainda mora) em São Paulo, procurou estudar.
Participou, assim, da oficina coordenada pela atriz Estér Góes. Em seguida, matriculou-se no curso realizado, também na Capital, por Ewerton de Castro. O roteiro da aprendizagem passou, ainda, pela escola da preparadora de elenco para cinema, Fátima Toledo e, mais recentemente, pela do diretor Wolf Maya.
A estréia propriamente dita, porém, ocorreu com o espetáculo produzido como resultado das atividades comandadas por Ester Góes. Maria atuou, também ao lado do ator Olair Coan, nascido em Porto Feliz.
Entre outras, participou da montagem de Abajur Lilás, de Plínio Marcos, trabalho que foi apresentado na edição 2007 do Festival de Curitiba. No ano passado, passou a integrar a companhia do diretor Flávio Faustinoni e o elenco de Depois de Tudo.
O texto de Franz Keppler aborda os problemas a que se sujeitam moradores de uma rua a partir do surgimento de um buraco. A situação toma por base o acidente ocorrido com a Linha Amarela do Metrô de São Paulo em 2007. Mari interpretou Noêmia, a mãe que, com os dois filhos, precisa sair da casa ameaçada de desmoronamento. Os três mudam-se para um hotel, onde repassam os conflitos familiares, discutem os traumas e perspectivas futuras.
Para a atriz, o personagem é, ao mesmo tempo, instigante e desafiador. A sinopse da peça descreve Noêmia como uma fanática religiosa para quem todos os males decorrem do castigo divino aplicado por faltas cometidas no passado.
Assumiu, sozinha, a criação de Júlio, jovem que, para sobreviver, optou pela marginalidade e de Lúcia, outra xiita religiosa que atribui a tragédia ao atraso no pagamento da contribuição que recolhe à igreja.
Mari desenvolve, paralelamente, outros projetos. Está para estrear em Frames, de Denise Weinberg e, em agosto, com João Faustinoni, faz O Pelicano, clássico de Strindberg, que deve ocupar o Teatro Sérgio Cardoso.
O diferencial dessa história toda, no entanto, fica por conta do exemplo de superação da atriz.
Na base do com licença, eu vou à luta, ela venceu barreiras e apostou em si mesma. Aos 53 anos, não acredita em dificuldades, e diz não ter, também, enfrentado preconceito em razão da idade.
Neste caso, a arte imita a vida. Enquanto existirem sogras chatas, mulheres de meia idade, personagens femininos fortes, com histórias para contar, estaremos em cena. Não existem limites quando buscamos um objetivo na vida, relata.
Só para variar: Mari Nogueira faz coro com os artistas que aguardam a oportunidade de se apresentar na terra natal. Em outras palavras, ela avisa aos produtores locais que está à disposição para trazer o espetáculo, que já foi assistido em Piedade, até os palcos de Sorocaba. Depois de Tudo ficou em cartaz no Teatro Pyndorama, em São Paulo, até 26 de abril.
PS: A estrela sobe – Nada a acrescentar.

Rubens

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18 de junho de 2009

“EU APENAS ME SENTI CEGA”

“As pessoas me perguntam se eu senti o meu mundo desabar quando perdi a visão. Não. "Eu apenas me senti cega”
Mirabili dictu. E expressão verdadeira, por que Dorina Nowill, tinha, quando perdeu a visão, apenas 17 anos e agora, aos 90, continua a luta pelos deficientes visuais (FSP – 14-06-09-pag.C.4-Cotidiano).
Essa valorosa paulista foi um dos exemplos de superação que aparecem no livro: “ Livre-se de suas muletas mentais”, de Edward Nogueira. Ele me mandou notícias pelos sobrinhos dele Vera Silvia e Tom, meus filhos, que o visitaram de surpresa semana passada. Com eles estava a artista da família Mari Nogueira, a prima querida da Vera. Família – em certos momentos é o maior barato!

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SENHOR, QUE QUERES QUE EU FAÇA?

Me pergunto de quando em vez, mesmo que não com as mesmas palavras do Santo de Assis, chamado Francisco. E vou cumprindo como posso os mandamentos, como o de fazer o bem sem olhar a quem. Porém fico embaraçado e me sentindo inútil quando leio um relatório como o do Grupo “Francisco de Assis”, o qual existe e age em favor do próximo desde 1980. Trabalho voluntário de muitas pessoas, entre os quais Arminda e Edward Nogueira. Não é preciso ser religioso para dar uma mãozinha a quem precisa. Francisco de Assis, madre Teresa de Calcutá são ícones, inspiram, mas como dizia Dom Helder; dar e receber está na capacidade de qualquer mortal. Servir é um consolo para a alma : “ Serve e Passa!”

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ELAS ESTÃO EM CASA

De onde escrevo eu as vejo, pousadas na antena de TV, no telhado do edifício em frente. São rolinhas, mini pombinhas de cor marrom. Não cantam. Piam um pouquinho. A varandinha, de uns três metros quadrados, estava a pedir umas folhas, umas flores, um vidro de água para beija-flor, essas coisas que compõem um recanto e dão vida à moradia de um homem solitário. José Fernando da Silva, funcionário do edifício “Rio Carioca” e prestante colaborador me falava do apartamento do quinto andar, sempre visitado pelos pássaros, em busca de alimento. Eu ficava imaginando se isso aconteceria na minha varanda. Pois aconteceu. Primeiro, timidamente, elas foram chegando. Com a vidraça aberta vinham até a sala. Com o tempo adotaram a varanda. Comendo ou não elas se acomodam nas grades, quando tem comida brigam pelo seu bocado. Chamo de familiares as três ou quatro que perderam o medo e pousam nos móveis da sala. E de piratas as que vêm em bando, de dez, quinze, comem e se mandam para as árvores do morro próximo.
Elas não precisam nem da comida, nem do abrigo que a varandinha lhes proporciona. São aves livres, em uma região muito arborizada e, certamente nada lhes falta. Mas, quem sabe, intuíram que o velhinho que as atrai precisa delas para ter a sensação de estar acompanhando. A varandinha, que até pouco tempo era um lugar árido, agora está cheia de vasos de folhagens e flores diversas. Os colibris comparecem pontualmente às 11 da manhã. As rolinhas vão e vêm, de seis da manhã às cinco da tarde. Fazem-me lembrar de uma palavra indígena que diz tudo: “Umuarama – onde os amigos se encontram”.

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16 de junho de 2009

BLOOMSDAY


É hoje, dia 16 de junho. Em 1904, neste dia, James Joyce, ainda em Dublin, na Irlanda, cravou a ocorrência sentimental que o tornou consciente de amar a mulher de sua vida : Nora Barnacle. Em 18 horas deste dia transcorre na mente dele e de personagens, nas ruas, nos bares, nas escolas e bordéis, a viagem de Leopoldo Bloom, o personagem do romance “Ulisses”, escrito por James Joyce, inspirado no mito (?) grego. Aqui no Rio, a data será lembrada hoje, a partir das 19 horas na livraria “Da Conde”, no Leblon. Haverá o lançamento de um livro e a leitura de trechos da obra, por alguns escritores e poetas, entre os quais Pedro Lage. Vai lá!

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ITAIPU

Integração
em concreto
ou uma pedra
no caminho

TÃO GOMES PINTO

Selo Amarilys
Copyright © 2009 by Editora Manole, por meio de contrato com o autor

Assim mesmo – a capa. Ao fundo a “catedral”, imensa galeria no interior da barragem da Usina Hidrelétrica binacional. Faz horas que não leio : “não li e não gostei”, expressão antiga, do tempo de Agripino Grieco, o mordaz crítico literário, terror dos escritores iniciantes na primeira metade do século vinte. Quanto ao “Itaipu”, gostei antes de ler. Por email, disse-me, dele, Edna Carvalho: “olhe já tive a oportunidade de ler vários livros sobre Itaipu, mas esse está numa linguagem simples e de fácil compreensão e só trás informações do que realmente aconteceu na história de Itaipu”. Maria Auxiliadora e Vinicius Ferreira, por telefone, bateram na mesma tecla.
“Como de factis”, o jornalista fez um trabalho de mestre. Em escassas 170 páginas, resumiu o que foi a grande, a imensa, a portentosa obra diplomática, política, engenheirística, financeira – a maior produtora de energia hidrelétrica do planeta. Em todo o texto ressoam os dados das publicações técnicas, dos folhetos, dos relatórios, milhares e milhares de páginas dos arquivos do Itamaraty, da Eletrobrás, do Ministério de Minas e Energia e do completíssimo centro de documentação da Entidade, no Brasil e no Paraguai. O gênio jornalístico do autor debulhou a espiga e transformou o milho seco dos dados técnicos, da estatística, da aridez do jargão dos engenheiros e economistas, numa farinha macia e palatável – uma história que flui, informa, empolga. O barrajão no rio Paraná, em Foz do Iguaçu, que permitiu ao Brasil e ao Paraguai oferecer ao mundo um exemplo de cooperação para o progresso (e que inspirou outro empreendimento do mesmo tipo entre a Argentina e o Paraguai) significou, ao mesmo tempo, para a engenharia nacional, um salto enorme na tecnologia de barragens e produção de equipamentos elétricos por que, e aí cabe a frase do presidente Lula : “ nunca antes, no mundo, haviam sido projetados e fabricados turbinas e geradores, equipamentos auxiliares e o que se possa imaginar de planejamento e logística de produção e transporte para uma obra de engenharia. Coisa de deixar boquiabertos os céticos ingleses. Os mil e duzentos turistas que diariamente visitam Itaipu e se encantam com os setecentos mil metros cúbicos de água que a cada segundo jorram das turbinas, não imaginam que aquele milagre da tecnologia e do engenho humano começou a ser concebido em 1863, com o ato de Solano Lopes de marcar o Salto de Guairá como pertencente ao Paraguai.
O livro conta tudo quase em forma de romance. A mim, que participei da saga por inesquecíveis quinze anos a leitura soou como a de um enredo para um filme épico. Tipo “Giant” – assim caminha a humanidade,” ou um bem antigo “Santa Fé Trails” – Aliança de Aço, algo assim. Aliás, lá por 1978 um rapaz, filho de diplomata apareceu com um calhamaço contando o romance fictício de um engenheiro paraguaio , casado com uma jornalista brasileira. Ambos se conhecem e se apaixonam tendo por cenário o canteiro de obras. Um ótimo roteiro que despertou o interesse dos executivos do lado brasileiro. Podia ter sido um o primeiro longa sobre Itaipu. Havia porém, cenas de uma Assunción mui primitiva e isso desagradou ao todo poderoso Debernardi, diretor paraguaio. Mas quem sabe? Em breve o Brasil será uma das cinco maiores potencias mundiais. O Paraguai tem tudo para ser uma Suíça das Américas. E não faltará talento nem dinheiro para eternizar no écran a ciclópica realização – no dizer do historiador Nilton Freixinho – a culminância da engenharia ocidental – Itaipu Binacional! A trilha sonora está pronta. É a ópera “Itaipu”, de Philip Glass, citada na página 132 do livro de Tão Gomes Pinto. O dado concreto – Lula again - é que a epopéia que foi a construção de Itaipu – comparável à construção de Brasília – está a merecer um registro cinematográfico na linha dos monumentais filmes americanos.

Rubens

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LANÇAMENTO DA PLATAFORMA

Aconteceu com o maior sucesso, no sábado, 13, a inauguração do apartamento de Paulo e Fátima na Tijuca. Uma bela e florida cobertura na Tijuca, que o engenheiro e poeta Paulo César Smith Metri não deixou por menos : escreveu uma crônica hermética, da qual pinço este trecho: “o intercâmbio de vivência, amores, valores, visões, dores, razões e tudo mais que vem junto com a vida, tomará lugar, segundo os sensíveis, durante e após a inauguração”. Batizou o local de Plataforma de lançamento de almas ou sentimentos ou nada…
Dito e feito. Ali encontrei o passado. Vivi o presente, e guardarei, para sempre, a conexão reestabelecida com tantas criaturas queridas. Lá estavam : Marcelo e Silvia e os filhos Leonardo e Mariana; Maurício e Luana e a filha Laurinha; Dona Dulce e Marlene; Jorge Carlos e sua tribo; e muitos mais. Adejando no ambiente, sorridente e feliz, o espírito de luz de Ana Médici.

criado por rubens_n    15:04 — Arquivado em: Sem categoria
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