30 de abril de 2009
DERVIXE
DANIEL SANTOS
DANIEL SANTOS
Release sobre a palestra
“Capim Teimoso, 100 anos de Ochelsis Laureano”
Vai acontecer na Oficina Cultural Regional “Grande Otelo”,em Sorocaba, SP no dia 30 de abril, às 19 h, uma palestra sobre o compositor Ochelsis Laureano, apresentada pelo médico e escritor José Carlos de Campos Sobrinho, em comemoração pela passagem, neste ano de 2009, do centenário de nascimento desse personagem histórico da música brasileira, falecido em 1996.
Ochelsis de Aguiar Laureano foi um dos mais destacados compositores da música caipira de raiz do início do Século XX, tendo feito parte das Caravanas de Cornélio Pires no início dos anos 30, e tendo sido artista na Era do Rádio brasileira, do final dos Anos 20 até os Anos 50, tendo aí brilhado como compositor, como violeiro, e como intérprete musical, constituindo parcerias famosas nos programas sertanejos das rádios de São Paulo e do Rio de Janeiro: formou as duplas “Irmãos Laureano” (com seu irmão João Aguiar Laureano, o Joãozinho), “Laureano e Soares” (com seu cunhado Álvaro Soares, o Soarinho), “Laureano e Mariano” (com Mariano da Silva, pai do músico Caçulinha), “Laureano e Cap. Furtado” (com Ariovaldo Pires, famoso compositor, sobrinho de Cornélio Pires), e os trios “Laureano, Mariano e Serrinha” (com Antenor Serra, autor do sucesso “Chintãzinho e Chororó”, com Athos de Campos), “Laureano, Cap. Furtado e Nhá Zefa” (com Maria di Leo, voz primorosa, a “intalianinha” que encantou Cornélio Pires), todos eles intérpretes de inumeráveis sucessos.
Ochelsis Laureano foi nascido e criado no Rio Acima, nas terras de seus avós situadas onde, hoje, é a cidade de Votorantim, e que, à época de seu nascimento (01 de maio de 1909), era, ainda, Sorocaba. É ele, pois, um cidadão sorocabano-votorantinense, tendo-se revelado um legítimo representante da cultura regional local com seu sotaque lingüístico e musical presente em suas dezenas de composições caipiras que perfazem mais de uma centena de gravações.
No evento, o palestrante estará falando sobre a vida do compositor, destacando sua criatividade múltipla que, para além da música caipira e da poesia, levou-o, também, a compor músicas sacras, fazer regência de coral e lecionar música, lembrando que Ochelsis fez estudos musicais e de regência coral na Escola Nacional de Música do Rio de Janeiro, com Heitor Villa-Lobos. Durante a palestra serão apresentadas fotos de diferentes épocas de sua vida, e serão mostradas suas músicas e poesias, com destaque para o poema “Capim Teimoso”, “Lenço Preto” e “O barranco”, para suas músicas caipiras “Marvada pinga”, “Roseira branca”, “O balão subiu”, “A caçada”, “É mió num casá” e “Meu sertão”, e para alguns de seus hinos sacros. Para tanto, o palestrante contará com a colaboração, nas músicas caipiras, do violeiro e cantor Álvaro Mestre, do cantor e compositor Clayton de Campos, da cantora Andréa Raquel e do violonista José Maria, e, nos hinos sacros, de um quarteto vocal organizado pela regente de coral Márcia de Campos Fontão.
Como brilho especial para o evento estará presente sua filha Gláucia Laureano Gomes, com o marido Rafael Gomes, que deverá trazer a famosa viola do compositor, com seu nome gravado, e o disco original da primeira gravação do maior sucesso musical de seu pai, a “Marvada Pinga”, de 1939, com a dupla Laureano e Mariano.
Sorocaba, 17 de abril de 2009.
Caros Filatelistas,
Venho por meio deste oficializar o início das inscrições para o maior evento filatélico luso-brasileiro, a XX LUBRAPEX, que nesse ano será realizado na cidade de Évora – Portugal, no período de 02 a 11 de outubro do corrente ano.
Abaixo segue uma relação de notas e observações sobre a inscrição no certame.
Peço a gentileza de lerem atenciosamente as anotações e enviar a respectiva inscrição até o dia 10 de maio de 2009.
Solicito também o redirecionamento desta mensagem a todos os filatelistas que conheçam, dando assim divulgação a todos os meios filatélicos.
Agradeço desde já a atenção dispensada.
Cordialmente,
GILBERTO FERNANDO TENOR – Comissário Brasileiro para a Lubrapex 2009
(15) 9142-2830
gilberto.tenor@yahoo.com.br
LUBRAPEX 2009
NOTAS E OBSERVAÇÕES
1 – A inscrição deve ser efetuada por intermédio do comissário brasileiro, em formulário próprio, em 3 (três) vias, disponibilizado no site
www.abrafite.com.br/formulario_lubrapex09.htm
2 – Todas as inscrições devem estar acompanhadas por uma cópia da folha de plano (ou roteiro) da mesma, obrigatoriamente.
3 – Os painéis expositores possuem 1,00 m X 1,20 m, com capacidade para exposição de 16 folhas de aproximadamente 22 cm X 29 cm.
4 – Taxa de Inscrição : € 12,50, por painel expositor, sendo que as Classes de Filatelia Juvenil, Oficial e Especial estão isentas e as Classes de Um Quadro tem taxa de € 25,00 e a Literatura Filatélica tem taxa de € 12,50 por inscrição. (câmbio da data da inscrição)
5 – Forma de Pagamento : Cheque nominal e cruzado, em nome da FEBRAF (Federação Brasileira de Filatelia), o qual deve acompanhar a ficha de inscrição.
6 – Prazos a serem atendidos :
Inscrição expositores : 10 de maio
Recebimento pela CO : 15 de maio
Confirmação : 25 de maio
Recebimento das Participações :
Via Postal : a ser definido
Montagem : 31 de setembro e 01 de outubro
Desmontagem: 12 de outubro
7 – LUBRAPEX 2009
Caixa Postal 75
18010-971 – Sorocaba – SP
www.abrafite.com.br/lubrapex09.htm
8 - A participação nas exposições nacionais e binacionais é fundamental, pois a classificação obtida nestas exposições é condição requerida para participação nas exposições internacionais.
9 - Podem concorrer nas Lubrapex as participações que:
a) tenham obtido anteriormente, em Exposições Nacionais ou Binacionais, no mínimo uma Medalha de Bronze Prateado ou
b) tenham obtido em Exposições Regionais no mínimo uma Medalha de Prata;
10- Para a Classe Juvenil será considerada a idade do expositor no dia 1 º de janeiro de 2009.
11 – Os jurados estarão à disposição dos expositores e do público em dia e hora a serem divulgados.
PARTICIPE – COMPAREÇA – DIVULGUE
INCENTIVE A FILATELIA
PS – A informação veio de Geraldo Bonadio, presidente da Academia Sorocabana de Letras. Selo é um véiculo de cultura.
MENOS-VALIA
Enviado por Vivian Oswald -
21.4.2009
De roupa velha
Quem diria! A crise do mundo globalizado chegou ao mausoléu do líder bolchevique Vladimir Ilitch Lênin na praça Vermelha. Amanhã é seu aniversário e, por isso, o monumento esteve fechado por dois meses para reformas. Foi reaberto ao público hoje. O corpo embalsamado do símbolo máximo do comunismo na Rússia passou por novo processo de manutenção. Foi submetido a tratamento bioquímico com ervas aromáticas aplicadas com tecnologia especial e, segundo um dos responsáveis pelo trabalho, deve se conservar em bom estado por mais 100 anos. O problema é que, por falta de verbas, o terno de Lênin continuará o mesmo. Tradicionalmente, a cada três anos ele ganha roupa nova. A última troca, no entanto, aconteceu em 2003. Os especialistas se queixam da crise financeira e reclamam da falta de recursos do governo, segundo a edição de hoje do jornal Trud. Desde 1992, o monumento contaria apenas dinheiro da Fundação Mausoléu de Lênin e doadores.
A presença do bolchevique na praça Vermelha é motivo de polêmica (veja aqui). Mas, recentemente, autoridades do governo federal admitiram que a múmia deve continuar onde está para evitar confusão. Há algumas semanas, uma bomba deixou um buraco em uma das principais estátuas em homenagem a Lênin em São Petersburgo. O ataque ao monumento de 10 metros em bronze, que já está sendo reformado, causou protestos.
Oitenta e cinco anos após a morte do líder comunista e 18 anos desde o colapso da União Soviética, as homenagens a Lênin ainda estão muito presentes na Rússia. Imensas estátuas estão por toda parte (em cidades grandes ou pequenas), assim como placas de mármore ou bronze afixadas nos edifícios por onde passou. Aqui em Moscou há várias. Por sinal, estas placas de homenagem a figuras históricas importantes merecem um post separado.
DANIEL SANTOS
A moça do censo anotou: “pardo”. Pardo, porque não era branco e, para não desagradar a mãe, evitou registrar “negro”. E ficou pardo mesmo, um lindo pardinho de olhos buliçosos como à procura de uma definição.
Mas logo corria pela vila, empinava pipas e referiam-se a ele como “pretinho”, um pretinho serelepe sem outro igual, se bem alguns dissessem “neguinho” com o azedume de um preconceito mal e mal disfarçado.
E cresceu mais, colou grau, mas, ao se candidatar a um emprego, ouviu do empregador que ali não se aceitavam “crioulos”, o que muito o humilhou, quase o tirou do sério. Ao insistir na vaga, ouviu “sai, tição!”
Felizmente, para compensar tanta tragédia, arranjou namorada, uma moça de boa índole, bem intencionada e muito criteriosa com as palavras. Para evitar magoá-lo com referências étnicas, chamava-o “moreno”.
O namoro foi adiante, e numa noite em que os dois celebravam a carne, ela gemeu “ai, negão!, ai, negão!” Quase em crise cromática, salvou-se no orgasmo: um desmaio multicor tingiu-o de arco-íris!
Folha - Por que quis ser zoólogo?
VANZOLINI - Pelos Répteis. Fui ao Butantan menino e gostei muitos dos répteis.
Folha - Quais répteis?
VANZOLINI - Répteis só existem quatro: tartaruga, jacaré, lagarto e cobra.
Entrevista com Paulo Vanzolini, autor de “Ronda” e “Volta por cima”, ao completar 85 anos (FSP – 22-04-09)
DANIEL SANTOS
Viciou-se, talvez, na ilusão. Segundo pais e avós, ele seria um notável, alguém de grande notoriedade pública, de relevo social, a quem os populares estendem passadeiras, mas o tempo foi passando, e nada.
Diplomou-se e, reconheça-se, sempre se dedicou aos estudos. De resto … Sem pulso, as mulheres lhe escapavam desinteressadas. Quanto ao trabalho, não lhe apetecia qualquer serviço, não – ia logo avisando.
Era igual aos demais, um tipete bem comum mesmo – a família admitiu tardiamente. E ele, a princípio convencido da própria excelência, foi ao mundo e conheceu vários outros que o superavam em tudo!
Agora, adulto, sem projetos a realizar, deambula pela casa, tirando livros das estantes e colocando-os de volta, como um ator no esforço de tornar seu personagem convincente. Vive a fase do espetáculo.
Tanto se dedica à encenação que esquece de si. Negligencia asseio e aparência, dorme tarde, come qualquer coisa. Depois, as azias. Mas se conforma. Afinal, tamanho foi o fiasco, que saiu barato o prejuízo.
DANIEL SANTOS
Viciou-se, talvez, na ilusão. Segundo pais e avós, ele seria um notável, alguém de grande notoriedade pública, de relevo social, a quem os populares estendem passadeiras, mas o tempo foi passando, e nada.
Diplomou-se e, reconheça-se, sempre se dedicou aos estudos. De resto … Sem pulso, as mulheres lhe escapavam desinteressadas. Quanto ao trabalho, não lhe apetecia qualquer serviço, não – ia logo avisando.
Era igual aos demais, um tipete bem comum mesmo – a família admitiu tardiamente. E ele, a princípio convencido da própria excelência, foi ao mundo e conheceu vários outros que o superavam em tudo!
Agora, adulto, sem projetos a realizar, deambula pela casa, tirando livros das estantes e colocando-os de volta, como um ator no esforço de tornar seu personagem convincente. Vive a fase do espetáculo.
Tanto se dedica à encenação que esquece de si. Negligencia asseio e aparência, dorme tarde, come qualquer coisa. Depois, as azias. Mas se conforma. Afinal, tamanho foi o fiasco, que saiu barato o prejuízo.
Coisa curiosa a memória. Ficamos um tempão tentando lembrar, nome, lugar, onde largamos os óculos, aquele artista, ele fez um filme…autores de livros, uma inglesa, era feia, um dia saiu a passear em um lago…como é mesmo o nome dela? Lembra-se? A Nicole Kidman fez o papel dela, botaram nela um nariz grande para ficar parecida…não adianta o nome não vem.
Bem, este foi um exercício real, uma tentativa, mas o nome da autora “fugiu-se me da memória”. Entretanto já li vários livros dela. E trazer o passado para o bico da Bic é o que ocupa meu tempo, há bastante tempo. Nos últimos tempos, Edna Carvalho e eu trouxemos de volta, reencontramos, duas pessoas que o tempo havia alijado da nossa lembrança. E ambos tiveram importância decisiva em nossas vidas.
Pedro Paulo de Salles Oliveira. Um senhor profissional de Relações Públicas. Paulista quatrocentão – Família tradicional. Continua o mesmo homem inteligente, culto, cidadão prestante.
Francisco José Maria Fialho. Prenome de Imperador, sobrenome de romancista português, homem viajado, filho de diplomata, poliglota, tem um curriculum riquíssimo como executivo de turismo. Pedro Paulo e Fialho, Edna e eu, fomos pioneiros ou “piotários” como dizia outro colega, nos primórdios do maior empreendimento hidrelétrico jamais antes dele concebido e realizado. Você vai me perguntar : e a “Três gargantas” dos chineses? Respondo : grande, mas não produtiva, não economicamente viável como Itaipu. E mais : aprenderam conosco !!!!
Rubens Nogueira
barrageiro de butique
A professora Fanny Hebel é uma pessoa de agradável convivência. Ensina inglês, francês, português, em casa . Seu telefone :21-25526559.
Conheci-a por puro acaso no balcão da “Copy Print” da qual somos clientes. Conversa vai, conversa vem, encontramos pontos de convergência em nossas vidas. Ela foi aluna do Colégio Bennett, conheceu a professora Maria Luiza, as Marias Luizas, a Nogueira e a Cruz César, e lembra da minha filha Ana, que lá estudou. Pois essa Ana Nogueira hoje é professora nos Estados Unidos, e mora em Boston. Doutora em História e intensamente interessada em política e movimentos sociais, na prática e intelectualmente, Ana foi convidada a participar da 7ª Semana Brasileira em Harvard, sobre o tema : “ Brazilian Immigration to the US : Linking Theory and Action”, dirigida pela dra. Clèmence Jouêt-Pastré, Senior Preceptor in Portuguese naquela Universidade.
A intervenção da Professora Ana Nogueira ocorreu 4ª, dia 8/4 e o tema foi : “The present and the Future of the Brazilian Community : Trends and Issues for Youth”. Do painel participaram também as seguintes professoras: Heloisa Galvão, Ana Velasco e Leticia Braga, todas trabalhando nos EUA além de estudantes e representantes paternos. Ana representou a Somerville High School and Everett Literacy Program.
Go ahead Ana. Your prouded old father wishes you the greatest success, allways. You deserve it.