27 de novembro de 2008

APRESENTAÇÃO BEATRIZ

Curitiba, 20 de novembro de 2008.

Seu Rubens :

Sinto saudades de sua companhia, conversas.
Segue foto de minha princesa, ser mãe é uma experiência divina, mas bem complicada. A Beatriz é uma anjinha de asas escondidas e bem manhosa.
Estou trabalhando e ela vem junto com a babá, assim garanto beijos, cheirinhos e leite materno sempre, já fez 6 meses e agora está conhecendo as frutas. Em 2009 vai para a escolinha perto da clínica.
A madrinha Viviane baba bastante.
A família toda está bem.
Mande notícias suas.
Quem sabe em breve vamos ao Rio lhe visitar.

Beijos com saudades,

Marilize

PS : Marilize é uma guerreira. Demorou alguns anos, mas conheceu a alegria da maternidade em junho último. E foi premiada com a linda Beatriz.

Rubens

criado por rubens_n    8:30 — Arquivado em: Sem categoria

25 de novembro de 2008

ALEGRIAS DE UM BISAVÕ

Ano passado ela fez um ano de vida. Eu a chamei de estrelinha. Isabela Nogueira Alves de Souza. Estará completando dois anos no sábado, 29, dia do nhoque da sorte. Ela comerá bolo de chocolate e receberá muito carinho. Ela é uma menininha muito fofa. Ela é carioca. A primeira bisneta da família. Seus pais, Luciano Nogueira Gomes dos Santos e Irina Alves de Souza.
Mais uma vez a vovó Ana Maria Nogueira, verá e falará com sua primeira neta, via skipe, desde Boston, USA, onde mora. No dia 15, dia da proclamação da República, lá no país de Gales, o rapazinho com nome de herói Welsh – Osian Glyndwr James – Hill – o primeiro bisneto, festejou sete aninhos, ao lado da mamãe Jéssica Nogueira Hill. Ela, anglobrasileira, nascida em Londres. A vovó Regina Lúcia Nogueira comemorou em Maraú, Bahia, onde mora. Sem falar português, com quatro anos, Osian esteve no Rio e fez boas amizades. Encantou, por exemplo, a família Casaquevite e passou alguns fins de semana em Queimados, onde se sentia em casa, convivendo com Monique.

Rubens Nogueira

sorry periferia

criado por rubens_n    15:16 — Arquivado em: Sem categoria

ÓDIO É O MEDO DO AFETO

Taí uma frase enigmática, provocante. Algum filósofo alemão a disse ? Não. Ela pertence a um músico em paz com a sua história. Foi publicado em “O Globo” (19-ll-08) pelo músico Marcelo Camelo. Ele, que pertenceu à banda Hermanos está lançando o disco “Sou”, experiência individual. Camelo usa bem a massa cerebral que Deus lhe deu :

“Simpático, ele disse sentir uma certa rejeição de alguns setores da im-
prensa e do público, mas que já se preocupou mais com isso.
- Tem gente que não gosta do meu trabalho na mesma proporção que ou-
tros gostam. Então acredito que, por vezes, ficam irritados com o gostar
excessivo dos outros. Sempre repito a frase “Coragem de fugir é medo de
ficar”, nome de um disco da banda Lorena Foi Embora. O ódio é o medo
do afeto.”


Quem lê sabe mais!

Rubens

Lê e escreve

criado por rubens_n    15:13 — Arquivado em: Sem categoria

LONGE DE ONDE?

“Podem os quilômetros separar-nos realmente dos amigos? Se você quer estar com alguém a quem ama, já não está lá?” – Richard Bach no seu livro : “Longe é um lugar que não existe”.

Anésia Pinheiro de Novaes é amiga há muitas décadas. Do tempo da confraternização da juventude presbiteriana, quando a gente ia à Igreja por tradição familiar ou por conversão. Então, como hoje, como sempre, havia o desejo de driblar a rigidez dos códigos. Anésia, eu e mais meia dúzia de seis, íamos passar o carnaval em Búzios, que descrevi na noveleta : “Búzios era assim.”A magia da tecnologia nos tem aproximado. Anésia, em recente post : “ Um dia disse pro meu neto; amor, amizade não tem distância…(Eles estavam fora do Brasil). Ele me respondeu tão engraçadinho (era pequeno) – Então vó você ta grudadinha em mim…”
Se tiver vontade de iniciar uma boa amizade, escreva para : estiloanesia@hotmail.com

Rubens

internauta

criado por rubens_n    15:10 — Arquivado em: Sem categoria

ZUMBI VIVE

Zumbi dos Palmares nunca foi tão lembrado como na quinta-feira, dia 20. Até a natureza, que nas vésperas castigara o Rio com chuvas e frios intensos premiou o carioca com um dia de sol e de luz. O calor aconteceu em todas lajes e em Queimados e demais comunidades reinou a paz, a alegria, o amor. A esperança, a fibra, vão vencendo as barreiras. Amem Senhor!

Rubens

otimista

criado por rubens_n    15:04 — Arquivado em: Sem categoria

VIDA PROVISÓRIA

Seis homens e uma Feira de Livros no Parque Barigui, Curitiba, 1997. Da esquerda para a direita : Raymundo Negrão Torres, Oldemar Justus, (o do centro, não identificado), Fernandino Caldeira de Andrada, Rubens Nogueira, Túlio Vargas. O local, estante do Centro de Letras do Paraná. Não sei o do centro, de camisa vermelha, mas os outros quatro: Negrão, Justos, Fernandino e Túlio dormem no Senhor. A vida é um sopro e pertence a Deus.

Rubens

Sic transit gloria mundi

criado por rubens_n    15:00 — Arquivado em: Sem categoria

O CRÉDULO

DANIEL SANTOS


Estás agora entre teus humanos pares, toda a raia miúda que te circundou a vida inteira. E a bem da verdade nada diferes deles, nada mesmo. Por isso, talvez, estiveram sempre de acordo, coniventes … E a conivência, por excluir contradições, assemelha-se à solidariedade, não é?
Confundiste os dois conceitos. Quiseste um dia acreditar que uns estendem a mão a outros, não é? Na certa, visavas ao conforto. E agora pagas o preço dessa ilusãozinha à toa que não resiste à mínima prova – um preço que te endivida até a penúria e que te arrasta humilhado ao tribunal.
Vês? Não há como pagar a dívida, se já rapas o fundo do cofre e até tua filha, de todas a mais querida, rebola-se desavergonhada no colo dos credores para negociar a amortização! Estás sozinho e perplexo em pleno salão dos julgamentos. Pretendes a absolvição, eu sei. Mas quem te absolverá?

criado por rubens_n    14:57 — Arquivado em: Sem categoria

18 de novembro de 2008

Os irmãos Karamabloch

Essa fotografia esmaecida é copyright by Manchete. Ano de 1965, e precedeu o almoço à diretoria da Associação Brasileira de Anunciantes, a qual estava comemorando o terceiro ano de existência. Nós, seis homens e duas mulheres, representávamos boa parte do faturamento da Manchete e demais revistas da Bloch Editores. Três outros rapazes eram do Departamento de Publicidade. Ali representávamos, entre outros anunciantes, a Shell, a Nestlé, a GM, a Gillete, a IBM, a ARNO, a Casa Masson, e algumas indústrias farmacêuticas. Este escriba (de óculos, na extrema esquerda) vice-presidente da ABA, representava a General Electric. O local do almoço, o esplendoroso salão do 6ºandar da sede, na Praia do Flamengo. O clã dos Bloch, à frente o senhor Adolfo, timbrava em bem receber. Ele, mesmo, pouco aparecia, e quando o fazia, estava sempre acompanhado da cadela Manchetinha,a mesma que criou as duas cadelinhas presenteadas a Heitor Cony e que, ao morrer, ganhou uma sentida crônica : Mila a mais que amada modelo para qualquer aprendiz de escritor. Um dos Bloch, o Oscar era quem fazia as honras da casa. Homem de natural sorridente, tinha um humor corrosivo. Na calçada do edifício, uma escultura imponente, em bronze. Oscar dizia: - “Chama-se a “Quimera”, mas eu digo : “ Qui merda!”
Meu conhecimento e contato com os “Karamabloch” ia além dos comerciais. Nos muitos anos em que trabalhei, em agência de propaganda, na General Electric e na Itaipu Binacional, freqüentei assiduamente as instalações na rua Frei Caneca, as oficinas gráficas em Parada de Lucas e a monumental sede na Glória. Sabia, porém, da vida da família Bloch desde muito antes de vê-los de perto. Minha sogra Maria Carlota, modista de renome, costurava para as mulheres Bloch. Uma das meninas – Rosaly – foi aluna de minha mulher – Maria Luiza Moura Nogueira – no Colégio Bennett. No livro que tem o título : “Os irmãos Karamabloch”, dado à luz esta semana, o autor, jornalista Leonardo Bloch refere-se ao idealismo “interessado” do senhor Adolfo. Todos sabem da paixão dele por Brasília e do carinho protetor que dispensava a Juscelino. Sou testemunha do seu entusiasmo pela saga que foi a construção da Hidrelétrica Itaipu Binacional. Todos os anos, desde 1976 até a inauguração da 1ª turbina, em 1983 ele destacava o repórter Irineu Guimarães e um fotógrafo para fazer uma reportagem – 8, 10 páginas – a cores, mostrando o progresso da gigantesca obra. Era empreendedor! Criou um império. Fez História!

Rubens Nogueira

Jornalista e escritor

criado por rubens_n    14:14 — Arquivado em: Sem categoria

ELE VOLTOU

Velho/jovem, pleno de vida, opinião e voz tonitruante, ele é : Celso Milan de Souza.
Na década de noventa, na redação do jornal Brasil Presbiteriano, em Curitiba, o editor chefe, Rev. Reinaldo Correia da Silva falou-me de um irmão na fé, carioca de Jacarepaguá, analista do Banco Central, filho de pastor. Esse rapaz escrevera um livro, um romance! – “Alvos perfeitos ( - fuga para o amor)”., que Reinaldo me deu a ler. Gostei, encomendei, e recebi com uma dedicatória : “ao jornalista Rubens Nogueira : quem falou da vida, se falou a verdade falou de amor” Amei. O enredo gira em torno de um slogan publicitário e o encontro de um homem e uma mulher – ele, casado, ela, colega de trabalho. O livro é muito bem escrito. Mas o que domina a mente de Milan de Souza é a Bíblia e seus textos obscuros e suas aparente contradições. Ele conhece o livro sagrado como ninguém. E já escreveu dezenas de ensaios. Um dos mais recentes intitulado: “ o bom senso na interpretação das escrituras.”
Celso Milan de Souza é teólogo por conta própria. Ignoro se cursou algum seminário, mas é estudioso e destemido.. Paulo Coelho escreveu um artigo – “o direito como metáfora”, no qual com imaginação e descompromisso aborda o Gênesis, a decisão de Deus de punir Adão e Eva, assim inventando o sistema judiciário. Pois Milan não gostou das liberdades de Coelho com a palavra de Deus e enviou-lhe um email denso de argumentos. Celso me lembra outro cristão corajoso – o doutor em Teologia, professor e escritor Waldyr Carvalho Luz. Ambos, com suas diferenças, encontram-se em seus caminhos intelectuais e de vida, sempre marcados pela coragem e autenticidade.

Rubens Nogueira

Leigo

criado por rubens_n    14:08 — Arquivado em: Sem categoria

Comentário

Vou agora mesmo visitar seu blog, antes dizer que é um prazer lhe escrever, afinal, viralata ou de raça, você me olha e entende, como a Filó, poodle, faz. Sobre o preconceito de cores, prefiro o homem vermelho, que vai escurecendo na sujeira das maldades. Torci muito pelo presidente eleito porque ele era bonito, falava bem, subia ao palco escondendo o medo de levar um tiro. Mas de que cor, afinal, Deuzinho queria que fôssemos? Brancos azedos ou negros sujos? De trás da casca, o que fica? Será o preto a ausência de luz, ou o branco ficou com a luz toda para ele? A humanidade está horrível, suja, escura, branca encardida, amarela entupida de inteligência como são os chineses, vermelhos arfantes de tanto correr pelas matas e fumar cachimbo. Não quero um homem, muito menos um bicho. Prefiro um retrato escaneado de vestido novo. Ana. Narbone

criado por rubens_n    14:07 — Arquivado em: Sem categoria
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Am I a spambot? yes definately
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